Geração Y

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/07/05/AR2008070501599.html

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40% das aulas na rede pública serão digitais

Estado de SP vai investir R$ 5,5 bi em dez anos para empresa instalar equipamentos, treinar docentes e criar conteúdos

Presidente do sindicato dos professores diz ver com preocupação ‘invasão’ de empresa no conteúdo das aulas

FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO

O governo de São Paulo decidiu que uma empresa será a responsável por instalar equipamentos de tecnologia nas escolas, treinar professores para as atividades e até desenvolver conteúdos digitais para as aulas.

Segundo as regras anunciadas ontem pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB), 40% das aulas passarão a ser dadas com esses conteúdos.

Haverá, por exemplo, vídeos de cinco minutos para a explicação de conceitos e jogos para fixação de conteúdo.

O projeto abrange todas as disciplinas dos colégios estaduais de 5º ao 9º ano dos ensinos fundamental e médio.

O investimento previsto pelo governo é de R$ 5,5 bilhões, em dez anos. O valor é cinco vezes maior do que o reservado para este ano para reformas nas escolas.

A empresa ainda será escolhida. Segundo a Secretaria da Educação, o governo vai analisar critérios técnicos.

A pasta prevê que em 2013 comece a instalação de lousas digitais (sensíveis ao toque e conectadas à internet). Depois, serão distribuídos “dispositivos móveis” (como notebooks ou tablets).

Com a utilização de conteúdos digitais, hoje escassos na rede, o governo visa melhorar seu ensino -que apresentou pouca melhora no ensino fundamental e recuo no ensino médio, segundo o Idesp (avaliação do Estado).

Os conteúdos deverão seguir o currículo da rede, disse a Secretaria da Educação.

Pesquisas nacionais e internacionais que abordaram o uso de tecnologia na educação não detectaram melhora no rendimento dos alunos.

Uma das hipóteses é a de que o conteúdo e a formação dos professores eram inadequados -por isso, o aluno se distraía com a tecnologia.

De acordo com o governo, o projeto vai melhorar o interesse dos alunos e a qualidade das aulas.

A decisão ocorre em meio a uma crise. Nos últimos meses, o governo chegou a chamar até docentes reprovados no teste de admissão.

Presidente da Apeoesp (sindicato docente), Maria Izabel Noronha diz ser favorável à incorporação da tecnologia nas escolas.

Porém, ela critica o fato de uma empresa ser responsáveis pelos conteúdos. “É uma invasão”, disse.

A presidente do sindicato também crítica a política do governo. “Não tem recursos para nossa valorização, mas tem para essa parceria privada? Parece até que querem cobrir a falta de professores com esses conteúdos.”

A Secretaria da Educação diz que terá de aprovar os conteúdos e que já há política de valorização aos docentes.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/35382-40-das-aulas-na-rede-publica-serao-digitais.shtml

Conectando e andando

O acesso à internet via celular dobrou de 2010 para 2011 e deve crescer ainda mais

Por Murilo Roncolato

SÃO PAULO – O acesso à internet pela rede de celular ainda é mais caro do que pela rede fixa no Brasil e está disponível para uma quantidade bem menor de municípios, mas a chamada “banda larga móvel” é a que mais cresce e a que mais deve se popularizar. A conclusão é de um estudo feito pela consultoria brasileira Teleco em parceria com a multinacional chinesa Huawei, que preveem um número quatro vezes maior de acessos à internet pelo celular em 2014 do que por cabo.

Navegar na internet por smartphones se tornou uma prática comum para dezenas de milhões de pessoas. O número dobrou entre 2010 e 2011, e a previsão é de que o Brasil tenha 124 milhões de acessos pela rede móvel até 2014. Para a banda larga fixa, a perspectiva é de que esse número chegue a 30 milhões.

Para cada 100 habitantes, segundo a pesquisa, são 21 acessos móveis (maior que a média internacional) e 8,4 acessos fixos (menor que a média) no Brasil. Isso porque a fixa está disponível em 99,8% dos municípios; enquanto a rede móvel chega a menos da metade deles (48,6%).

O presidente da Teleco, Eduardo Tude, afirma que os preços dos planos ainda são a maior barreira para o crescimento da internet no País, tanto para a internet fixa quanto a móvel. Em média, um plano com franquia de 500 megabytes e velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) sai por R$ 56,20 pela rede móvel. Na fixa, uma conexão de 1 Mbps custa entre R$ 29,80 e R$ 54,90.

Preço e universalização são dois dos pontos que fazem parte do Plano Nacional de Banda Larga, gerenciado pela Telebrás, sob o Ministério das Comunicações. A ideia do programa de governo é aumentar o acesso à internet e promover (indiretamente, por meio de competição) a expansão da oferta para mais cidades. Para isso as empresas devem vender conexões de 1 Mbps por no máximo R$ 35 mensais ou R$ 29,90, quando houver isenção de impostos estaduais.

Competição, ao lado do preço, é outro grande problema do setor. Os cenários entre móvel e fixa, nesse campo, são bem parecidos. De toda a área coberta com internet móvel, apenas 12,6% dos municípios têm duas operadoras ou mais disputando mercado, segundo o Balanço Huawei da Banda Larga 2011.

O panorama mostra que há uma preferência pelo celular conectado e muitas vezes esta é a única opção para acessar a internet. As operadoras brasileiras já sentem a movimentação em suas receitas. A participação dos planos de dados no ganho total das empresas brasileiras é semelhante à das operadoras de países desenvolvidos. Enquanto no Japão a taxa é superior a 50%, na Europa é 30% e no Brasil se tem, em média, 20,9%. A Vivo lidera o quadro nacional com 26,1% (alta de 39,1% em relação a 2010).

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/conectando-e-andando/

Smartphone Usage in Brazil: Why You’ll Be Surprised

There are 19 million smartphones in Brazil, that’s almost 9% of the total mobile phone market. That statistic is just one of many contained in a study recently released by Grupo.Mobi in partnership with the digital agency W/McCann and IPSOS. We took a deeper look at the study and summarized the key points below:

A fast-changing mobile market

The study was conducted in February this year among 1000 cell phone owners. The interviews took place online, meaning that respondents also Internet users, a bias to keep in mind. Still, the study paints an interesting portrait of the Brazilian mobile landscape and its evolution.

One of its most telling findings is that half of the smartphone owners it surveyed have acquired their phones over the last six months. This data is also confirmed by data released last week by Nielsen, showing a 165% increase in smartphone sales year-on-year. It means that the Brazilian market is changing fast, and it’s not stopping there. Among feature phone owners, 44% plan to change phones during the next semester. Overall, almost a third of respondents already own a smartphone.

Have smartphones reached the Brazilian masses?

This leads the study’s authors to conclude that “smartphones have reached the masses”. However, it might be overly optimistic. The number of 19 million smartphones is only a projection, based on the study sample. Among mobile phones sold in the first half of 2011, only 5.8% were smartphones, according to Nielsen. Still, a smartphone is becoming increasingly less of a luxury item. Among the study sample, 19% of the interviewees who belong to the lower middle class own one. Even the pricey iPhone is gaining ground; 10% of the respondents have one.

Outside of the well-known smartphone brands, alternatives and inexpensive imitations (such as the ‘HiPhone’) are also well represented. Despite their much lower pricing, they often boast advanced options such as digital TV. A non-negligible 18.5% of devices included in the study have TV access. Many of the so-called feature phones are actually far from basic, with features such as WiFi, GPS and touch screens.

Mobile phones, a door to the Internet and social networks

“Outlook of Smartphone Usage in Brazil” – as the study’s title says, its purpose isn’t only to find out what kind of phones people own, but also to understand how they use them. One of its main chapters is dedicated to Internet access. As an average, 41% of the respondents use their phones to access the Internet. The percentage rises to 83% among smartphone owners. The most active users are iPhone owners; they go online more often, share more content and buy more products from e-commerce merchants. However, 22.5% of feature phone owners also access the Internet.

For Brazilians, accessing social media is as important on the mobile phone as it is on the desktop. Of the respondents who access Internet from their phones, a whopping 83% use it to browse social platforms such as Orkut, Facebook, MSN and Twitter. As the study points out, “not having a smartphone doesn’t mean the user won’t access social networks”. Interestingly, the proportion of users who often access Facebook is very close to the proportion of Orkut users, even among the lower middle class. This contrasts with Internet usage, where Orkut still dominates, at least for now (see our previous story).

A growing need for adapted content

Facebook’s success could also have to do with its understanding of mobile users’ needs. As we reported last month, Mark Zuckerberg’s company recently launched an app for Java phones. This move responds to consumer demand. The majority of respondents to the study “wish there were more mobile content to access from their phone”. 49% also agree with the affirmation that “the available content format is not for [them]“.

sobre logo mobi Smartphone Usage in Brazil: Why Youll Be Surprised

According to the study’s leaders, this means that brands and site owners should follow Facebook’s path as soon as possible by developing their own apps and optimizing their websites for mobile access. Grupo.Mobi is promoting its own cause here: its motto is “Any screen, anywhere”. The group defines itself as a “mobile enabler”. With five offices across Brazil and one in London, its core activity is to assist clients with their mobile projects, from strategy to delivery. As for W/McCann, born from a recent merger between the agencies W/ and McCann Erickson, it describes itself as the “largest digital media buyer in Brazil”.

Despite their not-so-veiled interest, it would be hard not to share their conclusions. Internet access from mobile phones in Brazil is growing, and will continue to grow as smartphones become more common. From news outlets to e-commerce sites, all content providers need to adapt to this new reality – the earlier the better.

Smartphones no Brasil

Segundo previsão, lojas brasileiras venderão 29 smartphones por minuto
19 de março de 2012 por Mariana Mattiuzzo

De acordo com previsão feita pela IDC, o Brasil deverá vender 15,4 milhões de unidade de smartphones este ano, 73% mais do que no ano passado. A empresa ainda prevê que 29 smartphones serão comercializados por minuto em lojas brasileiras.

Três são os fatores que impulsionam a venda desses aparelhos, segundo Bruno Freitas, analista da empresa. Primeiramente, a ampliação do portfólio dos fabricantes com foco nos modelos mais baratos, baixando em 6% os preços em 2012. Em segundo lugar, as operadoras de telefonia móvel com serviços voltados para o uso da internet móvel, com pacotes para celulares pré-pagos. Por último, o analista afirma que o brasileiro possui uma grande afinidade com novas tecnologias, segundo Olhar Digital.

http://www.mobilepedia.com.br/noticias/segundo-previsao-lojas-brasileiras-venderao-29-smartphones-por-minuto

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De acordo com dados divulgados pela Nielsen, a venda de celulares inteligentes cresceu 179% no país em 2011. Essa alta foi possibilita pela redução do custo de aparelho, com um recuo de 33% e também pelo barateamento dos planos de dados.

As vendas de celulares, dos mais simples ao mais sofisticados, tiveram um crescimento de 26% no ano passado. Dentro desse segmento, 7,5% foram smartphones. Segundo a Nielsen, apesar do barateamento dos celulares inteligentes, os preços dos celulares apresentaram um aumento médio de 4%.

O Android, sistema operacional líder no Brasil, atingiu 61% de participação no final de 2011, representando assim três a cada cinco smartphones vendidos no país.

http://www.mobilepedia.com.br/noticias/venda-de-smartphones-cresceu-179-no-brasil-em-2011

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Data de publicação: 07/03/2012

Consumidor pretende comprar mais smartphone do que celular comum

Apple é a marca preferida, aponta pesquisa do IBOPE Inteligência

A mobilidade e a facilidade de acesso a internet aumentaram o interesse do consumidor em comprar um smartphone. Segundo pesquisa do IBOPE Inteligência, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), 32% dos consumidores mundiais têm a intenção de comprar um smartphone em 2012, enquanto 24% pretendem comprar um celular comum.

Apple, com 38% das intenções de compra, tem mais do que o dobro da preferência da segunda colocada, a Samsung, com 15%. Também foram citadas Nokia (8%), RIM/Blackberry (7%), HTC (6%) e LG (3%).

No último ano, a posse de smartphones quase dobrou, passando de 19% em 2010 para 35% em 2011. Já os celulares não considerados smartphonesapresentaram uma pequena queda na posse. Em 2011, cerca de 80% da população mundial possuía esse aparelho, contra 86% em 2010. No Brasil, apenas 10% dos que possuem celular têm um smartphone.

Sobre a pesquisa
O estudo ouviu 40.557 pessoas em 44 países. No Brasil, foram 2.002 entrevistas em âmbito nacional, com homens e mulheres de 16 anos ou mais, das classes A, B, C, D e E (Critério Brasil).

http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=5&proj=PortalIBOPE&pub=T&db=caldb&comp=Noticias&docid=A57B524940DAA4B5832579BA0054101D

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Apenas 10% dos brasileiros possuem um smartphone, diz Ibope

Pesquisa também revela que 32% dos consumidores mundiais têm a intenção de comprar um smartphone em 2012 e 24% devem escolher um celular comum.

Segundo pesquisa do Ibope Inteligência, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), no último ano a posse de smartphones quase dobrou, passando de 19% em 2010 para 35% em 2011. Já os celulares não considerados smartphones apresentaram uma pequena queda. Em 2011, cerca de 80% da população mundial possuía esse aparelho, contra 86% em 2010. No Brasil, apenas 10% dos que possuem celular têm um modelo “inteligente”.

Outra descoberta é que 32% dos consumidores mundiais têm a intenção de comprar um smartphone em 2012, enquanto 24% pretendem comprar um celular comum.

A Apple, com 38% das intenções de compra, tem mais do que o dobro da preferência da segunda colocada, a Samsung, com 15%. Também foram citadas Nokia (8%), RIM/Blackberry (7%), HTC (6%) e LG (3%).

O estudo ouviu 40 557 pessoas em 44 países. No Brasil, foram 2 mil entrevistas, com homens e mulheres de 16 anos ou mais, de todas as classes.

http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2012/03/07/apenas-10-dos-brasileiros-possuem-um-smartphone/

Planos baratos e pré-pagos visam popularizar internet móvel; veja quanto custa o acesso

http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/21/operadoras-apostam-em-internet-movel-barata-e-pre-para-popularizar-acessos.jhtm

21/03/2012 – 06h00 / Atualizada 21/03/2012 – 06h00

Planos baratos e pré-pagos visam popularizar internet móvel; veja quanto custa o acesso

Guilherme Tagiaroli
Do UOL, em São Paulo
  • Ofertas de internet móvel variam entre R$ 0,33/dia (em contrato mensal) a R$ 0,50/diaOfertas de internet móvel variam entre R$ 0,33/dia (em contrato mensal) a R$ 0,50/dia

As principais operadoras de telefonia móvel apostam no aumento de internet banda larga móvel neste ano. A maior prova disso são as ofertas que variam de R$ 0,33/dia a R$ 0,50/dia. Com este valor, qualquer usuário pode ter acesso móvel à web com seu celular pré-pago, que suporte internet 2G ou 3G. Veja aqui quanto custa acessar a internet no telefone com plano pré.

O interesse dessa popularização, claro, não é unilateral. Da mesma forma que as companhias baixam os preços, os usuários de diversas classes sociais têm cada vez mais interesse em realizar no telefone as atividades típicas do computador. “Há um crescente interesse da nova classe C em usar o celular para enviar mensagens, o que não é nenhuma novidade, e também acessar redes sociais”, argumentou Albino Serra, diretor da regional São Paulo da Claro.

De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no Brasil há 47,2 milhões de acessos móveis à internet. A projeção para crescimento do serviço de internet móvel no Brasil, segundo um estudo conduzido pela consultoria Teleco, é que até o fim de 2012 haja 73 milhões de acessos – um acréscimo de 25 milhões.

Para atingir este público que quer cada vez mais estar conectado, as companhias de telefonia móvel, além do preço, adotam ações agressivas. “O segredo é a capilaridade somada a uma oferta matadora. Nossos pontos de venda vão da funerária ao hospital”, brinca Juliana Teixeira, gerente de canais de massa da Tim.

Operadora Plano pré de internet móvel Velocidade máxima Cobertura em número de cidades* Participação do mercado**
Vivo R$ 0,33/dia no plano mensal 1 Mbps 2.516 29,85%
Tim R$ 0,50/dia (cliente só paga se usar) 500 Kbps 488 26,62%
Claro R$ 0,39/dia no plano mensal 1 Mbps 657 24,66%
Oi R$ 0,33/dia no plano mensal 1 Mbps 250 18,56%

No ano passado, a Tim foi uma das empresas que mais aumentou a participação no mercado de telefonia móvel. A companhia, segundo dados da Anatel, passou a Claro, ocupando o posto de segunda operadora com maior participação de mercado atrás da Vivo. No entanto, em função do alto crescimento, a companhia teve problemas com a justiça em alguns Estados do Nordeste por não oferecer serviços apropriados, gerando um congestionamento de rede.

Voz puxa dados

A principal estratégia utilizada pelas operadoras é o que elas chamam de efeito comunidade, que acaba angariando clientes por meio de planos de voz. “Isso consiste no fato de as empresas oferecerem ligações ou mensagens a tarifas muito baratas entre usuários da mesma operadora. Quanto maior o número de pessoas utilizando o chip de uma operadora, maior o apelo”, explica Eduardo Tude, da consultoria em telecomunicações Teleco.

Smartphones que devem chegar ao mercado braileiro

Foto 11 de 72 – Smartphone Galaxy Beam tem projetor embutido que exibe imagens em até 50 polegadas Mais Divulgação

Esse processo fez com que o mercado cada vez mais se tornasse multichip, não só pela oferta de voz, mas também pela facilidade no acesso à internet móvel. É normal que usuários tenham cartões SIM conforme a conveniência de promoções ou em função do efeito comunidade.

“O consumidor pré-pago hoje em dia tem no mínimo dois chips. Ele procura utilizar as promoções das operadoras da melhor forma possível”, analisa Bernardo Winik, diretor de vendas de varejo da Oi. De acordo com ele, é normal que um usuário tenha, por exemplo, um chip só para acessar a web e um outro só para fazer ligações para familiares.

Já a Vivo, líder de mercado de telefonia móvel, por mais que tenha planos pré, continua com os olhos no mercado pós. “Nosso foco é plano pós-pago, que é nossa principal fonte de faturamento. Há muito a ser explorado ainda nesta área de pós. Esses clientes não gostam das limitações das linhas pré”, disse Marcio Fabris, diretor de marketing da Vivo.

Barateamento de smartphones

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, afirma que o número de usuários de internet móvel que quase dobrou em 2011. “A tendência, este ano, é aumentar ainda mais. As pessoas preferem ter um celular conectado à internet, para acessar de qualquer lugar”, disse em entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, em fevereiro.

Segundo Tude, da consultoria Teleco, a redução no preço de smartphones contribuiu para a difusão da internet móvel no país. Porém, modelos intermediários continuam caros ao público: muitos chegam a custar até quatro vezes mais que celulares básicos. Atualmente, modelos de entrada com conexão 2G que permitem acesso a redes sociais e e-mail custam cerca de R$ 300. Já smartphones que acessam redes 3G têm custo inicial de R$ 400.

“Barba, cabelo e bigode”

A próxima onda das operadoras de telefonia móvel é a oferta de serviços completos na área de comunicação. A ideia é oferecer telefonia (móvel e fixa), internet (móvel e fixa) e TV por assinatura. Pelo menos três das grandes operadoras já têm pacotes do tipo.

A Vivo, comprada pela Telefônica, já oferece serviço de internet por fibra óptica em algumas regiões, junto com serviços de TV a cabo e telefonia. Todos os serviços de telecomunicações da Telefônica migrarão para o nome Vivo.. A Claro tem o Claro Combo, que une as ofertas de internet fixa e TV da Net, telefonia fixa da Embratel e internet móvel da Claro.

Já a Oi, com o pacote internet total lançado no ano passado, disponibiliza ao usuário banda larga fixa, móvel e rede Wi-Fi. A companhia deve, em breve, integrar ao combo o serviço de assinatura Oi TV.

A única operadora que ainda não tem um serviço disponível que integra os serviços de telecomunicações é a Tim. No entanto, a companhia já anunciou internet fixa por fibra óptica em algumas regiões e, em breve, deve oferecer TV por assinatura com a Sky.

* Cobertura segundo estudo da Huawei de março/12 em parceria com a consultoria Teleco.

** Dados da Anatel referentes a fevereiro/12.